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Resenha: Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K. Rowling


Jatos de luz verde. Essa era a única coisa que Harry Potter se lembrava sobre o seu passado, pois ainda bebê havia sido entregue aos cuidados de seus tios, os Dursley. Entretanto, tio Válter e tia Petúnia nunca tinham lhe contado a verdade sobre o seu passado, fazendo Harry acreditar que tinha perdido seus pais em um acidente de carro. Mas logo sua verdadeira origem vai ser revelada.



"- A Harry Potter: o menino que sobreviveu!" (pg 18)

Um bebê é deixado na porta dos Dursley, com apenas uma carta que explicava quem ele era e os motivos de sua sobrevivência. Válter e Petúnia eram as pessoas mais normais que alguém poderia querer conhecer, não compactuavam com nada estranho ou sobrenatural, nada que estivesse além dos limites da normalidade. Por essa razão, o bebê - Harry Potter - acabou crescendo sem conhecer sua verdadeira origem, acreditando que havia perdido os pais em um acidente de carro.


Não bastasse o pequeno Potter não conhecer sua verdadeira história, ele ainda era tratado como um lixo pelos Dursley. Era obrigado a viver com o mínimo e devia fazer os serviços domésticos. Além disso, tinha que aguentar as provocações diárias de Duda, o filho do tio Válter e da tia Petúnia.
Harry Potter cresceu como qualquer garoto da sua idade, levando uma rotina absolutamente normal, exceto por alguns pequenos detalhes, como as coisas que ele fazia com pessoas que o chateavam, mesmo que sem querer. Mas ele não compreendia o porquê desses acontecimentos. Não sabia que existia um grande mistério por trás de tudo isso.
Mas certo dia uma carta chegou à casa dos Dursley. Era uma carta para Harry. Ele nunca recebia cartas, e não teve nem tempo de ver esta, pois seus tios não o deixavam ler. Os dois ficaram espantados com o conteúdo dela, mas de forma alguma deixavam Harry lê-la. Entretanto, os dias foram passando e mais e mais cartas como aquela chegavam à casa deles. Bem que Harry tentava ler uma delas, mas seus tios sempre estavam por perto para impedi-lo. Quando a casa já estava sendo bombardeada por cartas, tio Válter não aguentou mais e levou Harry e os outros para um local afastado, para que não fossem mais perturbados.
Por fim, Harry se viu confinado em um casebre horrendo junto com os Dursley. Esta havia sido a última das esperanças do tio para que as cartas parassem de chegar. Mas, naquela noite, o casebre se estremeceu... Alguém batia na porta, querendo entrar. Todos se assustaram e de repente surge diante deles um homem gigantesco. Mesmo um pouco aterrorizado com o homem, Harry acabou descobrindo com ele que havia sido enganado a vida inteira. 
Hagrid, o gigante, lhe contou sua verdadeira origem, quem era e como acabou na mão dos Dursley. E justamente no seu aniversário de 11 anos descobriu que havia derrotado o bruxo das trevas mais poderoso de todos os tempos, mesmo sem se lembrar de nada. Harry Potter era um bruxo, mal sabia que era muito famoso no mundo da magia. E como tal, deveria ser educado em uma escola de bruxos.

"Harry apertou as bordas do banquinho e pensou 'Sonserina, não, Sonserina, não.'" (pg 92)

Por fim, o gigante Hagrid o leva para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde Harry, além de aprender poções e feitiços, irá conhecer Hermione e Rony, descobrir muitos outros mistérios que rondam a sua história e salvar o mundo mágico da terrível volta de um bruxo das trevas poderoso.

"Mas, daquele momento em diante, Hermione Granger tornou-se amiga dos dois. Há coisas que não se pode fazer junto sem acabar gostando um do outro, e derrubar um trasgo montanhês de quase quatro metros de altura é uma dessas coisas." (pg 132)

Harry Potter e a Pedra Filosofal é um livro bem pequeno, o menor dentre todos os livros da série. Impressiona a maneira rápida como J.K. Rowling conduz os acontecimentos, fazendo com que a leitura, além de divertida, seja bem leve.
Este primeiro livro funciona como uma introdução à vida de Harry Potter, onde descobrimos como os bruxos se comportam, quem é Voldemort e Alvo Dumbledore, o que é Hogwarts e outras tantas coisas.
Além de se deliciar com uma leitura tão divertida, o leitor ainda pode refletir sobre a importância do amor, da amizade e da coragem.

Minha edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal em capa branca.


LIVRO X FILME: Harry Potter e a Pedra Filosofal


Na minha opinião, o filme Harry Potter e a Pedra Filosofal foi uma boa adaptação. É claro que, como toda adaptação, nem todas as coisas que estão no livro aparecem no filme, o que é perfeitamente compreensível. Porém, duas coisas realmente fizeram falta.
A primeira, um dos cortes mais desnecessários entre todos os filmes da série: o poltergeist Pirraça. O Pirraça é um dos caras que habitam Hogwarts, assim como o Nick quase sem Cabeça, a Murta Que Geme, entre outros tantos. Vive fazendo bagunça e arrumando confusão com os alunos, um verdadeiro brincalhão. Ele é colega dos Gemêos Weasley e a única coisa que parece respeitar é o Barão Sangrento, um outro fantasma que habita a escola. 
A falta de Pirraça nos filmes é bem perceptível desde a Pedra Filosofal. Dizem que os produtores até tinham contratado um ator (Rik Mayall) para representar o poltergeist, mas gravaram algumas cenas e logo decidiram retirá-lo do filme. Uma pena!
A segunda coisa que fez bastante falta no filme foi o desafio das poções, que era um dos testes necessário para que Harry conseguisse chegar até a Pedra Filosofal. Ele aparece logo depois que Harry, Rony e Hermione enfrentam o jogo de xadrez gigante (desafio proposto pela profa. McGonagall). Este desafio havia sido elaborado pelo prof. Snape e era mais uma prova de lógica do que de força ou qualquer outra coisa. E é nessa parte que Hermione realmente se destaca como uma bruxa extremamente inteligente, escolhendo a poção correta e fazendo com que Harry conseguisse chegar ao Espelho de Ojesed. Mas, quem sabe, os diretores pensaram que esse desafio não era emocionante e não daria cenas de ação, e resolveram retirá-lo da adaptação. Acho que eles erraram feio...



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