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Resenha: Robinson Crusoé, de Daniel Defoe


Oi, pessoal! Tudo bem com vocês? No post de hoje vim falar sobre um dos grandes clássicos da literatura mundial que irá agradar a diferentes públicos: Robinson Crusoé, de Daniel Defoe. A obra foi originalmente publicada no Reino Unido em 1719 e desde então vem ganhando inúmeras reedições devido ao grande sucesso de vendas.

O livro conta a história fictícia de Robinson Crusoé, um jovem ávido por aventuras que, apesar dos anseios dos pais para que ele seguisse uma carreira estável no direito, decidiu embarcar em uma viagem de navio com um amigo. Entre idas e vindas do destino, Robinson acaba chegando ao Brasil, onde se tornou um próspero fazendeiro.


Certo dia, Robinson Crusoé recebeu uma proposta de outros fazendeiros para que ele se tornasse o capitão de um navio que iria transportar escravos. Então, ele voltou ao mar novamente, só que dessa vez ele foi pego por um furacão terrível que dizimou toda a sua tripulação, o deixando como único sobrevivente. Após isso, ele conseguiu escapar nadando até uma ilha deserta e lá viveu solitário por muitos anos.

Dessa forma, ao longo do livro acompanhamos a história do náufrago Robinson Crusoé, que é contada em primeira pessoa pelo personagem principal num formato que lembra um diário. No livro, Robinson narra todas as suas aventuras nos anos que passou na ilha, desde a dificuldade para encontrar mantimentos até encontros com piratas e canibais. Acredita-se que a obra é baseada na história verídica de Alexander Selkirk, que foi um marinheiro escocês abandonado durante anos numa ilha deserta. 

O enredo do livro é super envolvente e ótimo para aqueles que gostam de histórias de aventura, independentemente da idade do leitor. Além disso, o livro é bem curtinho, então se você estiver empenhado conseguirá ler ele em uns dois ou três dias sem dificuldades. Recomendo demais, pessoal!